INFORMATIVO PROGRAMA AVENTURA SEGURA MAIO 2008 – ABETA – Associação Brasileira de Ecoturismo e Turismo de Aventura
Considerado um dos destinos preferidos dos amantes da natureza, Grande Florianópolis (SC) oferece várias opções para os aventureiros: trilhas, cachoeiras, escaladas e vôo livre, todos acompanhados por paisagens deslumbrantes de mangues, lagoas, morros, dunas e pequenas ilhas.
Com a atividade turística em franco desenvolvim
ento, os empresários da região acreditam que a cidade tem tudo para se tornar a Capital da Aventura no Sul do País. Com o objetivo de melhorar ainda mais os níveis de segurança em suas atividades, operadoras e condutores participam das ações do Programa Aventura Segura, iniciativa do Ministério do Turismo, em parceria com o Sebrae Nacional e executado pela ABETA.
Iniciado em 2005, o projeto tem como objetivo o fortalecimento e a organização do segmento de aventura em várias regiões do país. E a mobilização iniciada em Florianopólis já conta com resultados concretos. Uma opinião unânime entre os empresários da região é sobre a implantação do Sistema de Gestão da Segurança.
Alexey Bevilacqua, proprietário da Kanaloa Canoagem Havaiana, uma das empresas participantes do projeto, resume: “Até então, toda a nossa segurança era embasada na experiência do condutor. Hoje, com a implantação do SGS, os empresários têm como criar uma política de segurança utilizando técnicas padronizadas referentes à gestão de riscos. É um processo de melhoria contínua das condições de segurança”.
O empresário aderiu às ações do programa ap
ós participar do Curso de Competências Mínimas, oferecido pela ABETA. Ele destaca ainda que as Normas Técnicas são hoje manuais de trabalho. “Os clientes se surpreendem com a mobilização e participar do programa e implementar as Normas Técnicas estão se tornando diferenciais no mercado”, ressalta.
Para Sérgio Machado, da Adrenailha, empresa que oferece desde atividades como o arvorismo clássico, que consiste no deslocamento pela copa das árvores, escalada em corda fixa, rapel e tirolesa, até aulas de caiaque e atividades de mergulho, o processo de qualificação visando à certificação de empresas e de condutores do segmento de aventura está bem adiantado em Florianópolis. “Os cursos presenciais e o atendimento a distância foram satisfatórios. Na verdade eu vejo todo o processo como uma questão gerencial que depende muito mais das empresas. É vontade administrativa pura, no nosso caso, confesso, ainda não usamos todo o potencial da assistência técnica, mais ainda vamos usar, estamos quase terminando o processo interno”.
Rafael Siquela, da Ativa Rafting – Base Apiúna, operad
ora que tem como atividade principal o rafting no rio Itajaí-Açu e seus afluentes, no Alto Vale do Itajaí, considerado um dos melhores do Brasil, e que oferece, também atividades como rapel, cachoeirismo, trilhas e passeios de bicicleta, ressalta que o Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura trouxe maior conscientização por parte das operadoras sobre os riscos das atividades. “Hoje, trabalhamos com um sistema extremamente organizado, temos mais segurança para trabalhar, pois toda a logística de trabalho está documentada e os riscos são controlados”.
Otimista quanto à mudança do mercado ao tomar conhecimento das empresas de olho na certificação, Rafael espera bons resultados, tanto no mercado interno como externo: “os clientes, ao procurar uma operadora, se baseiam apenas nos menores preços. Isso tem que mudar. A tendência é que o mercado procure empresas que tenham capacidade de exercer o turismo de aventura com toda a segurança.” A opinião é compartilhada por Sérgio, da Adrenailha: “a maior mudança mesmo é interna, dentro das empresas, e isso é visível quando visitamos nossos concorrentes associados. Quando tudo isso se tornar público, acreditamos que as mudanças mercadológicas também virão.”


Sep 30, 2009
Bom dia! Vocês teriam o contato de agum profissional que atue na implantação do SGS, tenho solicitação de uma operado de mergulho, em Porto de Galinhas – PE, que faz parte do público alvo de turismo do Sebrae PE.
No aguardo, Evelyn Kruppa